ALESC: COMISSÃO DE FINANÇAS APROVA NOVAS REGRAS SOBRE REGIME DE REMUNERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL

Comissão de Finanças da Alesc aprovou projetos que alteram regras de remuneração dos policiais civis de Santa Catarina. (Foto: Agência AL)

A Comissão de Comissão de Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa, aprovou dois projetos de autoria do governo do Estado que tratam do regime remuneratório das categorias militares e da estrutura da Polícia Civil de Santa Catarina. O deputado Marcos Vieira (PSDB) foi o relator das duas matérias.

O primeiro projeto, concebido por Lei Complementar, prevê o direito de adesão dos integrantes das corporações militares ao Regime Remuneratório Especial da categoria instituído em 2020, com a uniformização remuneratória decorrente da incorporação do instituto jurídico denominado “grau acima”, o direito do policial que entra para a reserva de conquistar um nível hierárquico. Conforme a exposição de motivos enviada pelo Executivo, a iniciativa pretende corrigir “distorção remuneratória” existente entre parcela dos servidores, ao permitir que todos se vinculem a um regime remuneratório considerado “mais benéfico”.

No parecer aprovado, Marcos Vieira destacou que a iniciativa não conta com óbices financeiros ou orçamentários e está adequada às peças orçamentárias em vigor. Com essa decisão e ainda com aprovação simultânea da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, a matéria  foi encaminhada para votação em plenário.

REESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL

Já o outro projeto de lei aprovado promove alterações na estrutura da Polícia Civil do estado. Além de trocas de nomenclatura, a proposta prevê a criação da Diretoria de Gestão de Pessoas (Dipes), em substituição à Gerência de Gestão de Pessoas (Gepes); a criação da Gerência de Gestão de Contratos; a criação da Gerência de Material Bélico, vinculada à Acadepol; a criação das coordenadorias de DPCAMI e de Operações com Cães; a criação da Gerência de Cyberinteligência, vinculada à DINT; e a criação da Diretoria de Polícia do Sul; bem como a previsão de vagas de assistentes técnicos vinculados à diversas estruturas ligadas à corporação, como ASJUR, DIAF, ACADEPOL, DIPES, CORPC e DPGF.

Sobre o projeto, Marcos Viera afirmou que o impacto financeiro estimado com a sua implantação é de R$ 717 para o triênio 2024-2026, não havendo repercussão financeira para o grupo gestor do governo e até mesmo redução nas funções gratificadas. Ele também acatou a emenda modificativa apresentada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a pedido do governo, para incluir no texto a previsão do cargo de secretário executivo adjunto da Secretaria de Estado da Aquicultura e Pesca.

 

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